A forma como você se vê reflete o que os outros enxergam?

Você é mesmo o que acredita ser?

 

Nunca se falou tanto em autoconhecimento. Nunca se viu tanta gente interessada em aprender sobre meditação. A conexão com o “eu” profundo como um caminho para conhecer a si mesmo, compreender-se e, através desse entendimento, alçar voos mais altos na jornada de evolução.

Ser melhor para o mundo, para os que nos rodeiam, para nós mesmos, primordialmente.  A introspecção como busca verdadeira de si, saciando uma sede de autoconhecimento e nos despojando de “verdades convenientes” para acessarmos as nossas verdades genuínas.

Afinal, se a nossa aura fosse visível aos olhos e o lado vulnerável da nossa personalidade, perceptível à menor expressão, que imagem revelaríamos? A mesma que transmitimos através das nossas atitudes públicas, comedidas? O que mudaria na impressão que os outros têm de nós?

Muito do que pensamos acerca de nós está ancorado no que desejamos ser, naquilo que admiramos, na projeção de um modelo que queremos seguir.  Não raro, ao transitarmos entre os ambientes social e doméstico, apresentamos comportamentos dissonantes. Tendemos ser mais moderados com os estranhos que com a nossa família.

Quando ansiamos por mudança precisamos começar em nós. E é impossível mudar sem provocar transformação. Se eu me conheço, eu me reconheço naquilo que preciso lapidar para me tornar uma pessoa melhor. E assim, tudo melhora, visto que a minha atitude determina a atitude do outro.

Meus posicionamentos resultam em admiração ou desapreço, estima ou desprezo. Essa é a matemática da vida. Portanto, antes de tentar desvendar o outro é preciso descobrir-se. Você é mesmo o que acredita ser?

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